SW Alentejano

Sair sem destino?
Podia ter sido mas não foi o caso. Tínhamos bem definido o que queríamos fazer e assim fizemos.
Eu ela e a nineT: Os três, pela costa Alentejana a fora com o akrapovič a roncar e a marcar território por onde passávamos. Brutal!
Tinha imagino com ia ser mas… Foi ainda melhor!
Não saímos cedo, a noite anterior tinha sido bem passada em cem soldos, nos BonsSons – e que belo festival aquele – mas cedo o suficiente para almoçar uma sardinhada à maneira, em Melides, no Melindense.

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A partir daí foi começar a descer. Fomos à lagoa de Melides e à de Santo André.

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Passamos em Porto Covo e em Mil Fontes. Sempre pela costa. Aquela brisazinha do mar é boa demais para ser desperdiçada.

Vimos o pôr-do-sol na praia de Odeceixe e jantámos lá, na Taberna do Gabão, onde ao parar a mota oiço um senhor dos seus cinquentas a dizer “Parabéns, tem uma mota linda” com sorriso de orelha a orelha, agradeci e entramos no restaurante. Pão alentejano, manteigas e tinto: podíamos ter ficado por ali, tinha sido mais do que suficiente.

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Pernoitamos na Casa Vicentina que nos acolheu da melhor forma. Pessoas simpáticas num espaço super agradável e com um pequeno almoço delicioso, deixou vontade de voltar.

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No dia seguinte, antes do check-out, visitamos a vila de Aljezur e fomos à Praia do monte clérigo. Regressamos à casa Vicentina, pegamos nas malas e… siga! direcção Zambujeira onde fizemos praia durante a tarde. Água limpa mas fria, melhor, gelada! Mas isso foi secundário – o objectivo era aproveitar o sol e trabalhar para o bronze. Não pagaram as horas extras que fizemos mas curtimos à brava.

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After that….
Começamos a subir pela costa e dormimos numa terra próxima de Mil Fontes, o Cercal. Procuramos tudo mas nesta época do ano Mil Fontes está à pinha e tudo esgotado.
Jantamos na Tasca do Celso – lagartos de porco preto para mim, bifinhos com cogumelos para ela. Sangria para os dois. Bom. Mas bom.

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No dia seguinte, pela manhã, na garagem do hotel, uma RT1200 com matricula francesa. Ao seu lado um casal super equipado estava a preparar mais um dia de viagem. Cumprimentamo-nos como se nos conhecêssemos à muito, e naquele momento o que nos passou pela cabeça foi “let’s roll”, e garantidamente na deles também. Não sei que destino tomaram mas o nosso destino foi a Comporta para almoçar no Folha. Top!
Só vos vou falar nas entradas que estavam qualquer coisa: amêijoa à bulhão pato e queijo assado. Sim, queijo ASSADO! Que delicia.
(Paramos lá após termos ficado com água na boca com um post do BonsRapazes)

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Se estávamos na Comporta claro, tínhamos de ir a Tróia mas antes passamos na Carrasqueira.
Local que, desde a altura do olhares, queríamos visitar. Bonito pela sua singularidade tiramos uma fotos e rolamos até Tróia.

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Às 15h05 havia barco para Setúbal e aproveitamos a boleia para não termos de ir a Alcácer e Pegões. Poupamos algumas energias para o regresso a casa e apreciamos a bela viagem sobre o estuário do Sado.

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Que fim de semana fantástico!

Alguns dados da viagem:
Distância: 833,9KMs
Consumo: 4,8L/100KM

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life beyond highways #2

O sol estava tímido. Mas era domingo e a vontade para um dia “fun” estava lá. Então eu e ela partimos em direcção à capital. Bem, a direcção foi essa mas nem fomos lá. O objectivo daquele dia era ir rolar com a nineT na Arrábida. E assim foi. Paramos para abastecer em Alcochete e com o freeport no horizonte, passamos lá.

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Apesar da paragem de médico, houve ainda tempo para contemplar uma bela CafeRacer que estava estacionada no parque das motas. Bonita e bem cuidada, por sinal. Não nos fizemos velhos e seguimos viagem, o cabo Espichel estava à nossa espera.

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Saídos do cabo, partimos para o Porto de Sesimbra – a 15 km – Aqueles sumos naturais e as baguetes/hamburgers do Spot Caffé são uma delícia.

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Depois de estabelecidos os níveis, partimos para o que nos tinha levado lá. A serra e o mar!
Rolamos, batemos uma fotos, passamos na praia da Figueirinha, na de Galapos e claro, no Portinho. Top! Vista fantástica sobre Tróia e com aquele ventinho fantástico da serra.
Já lá tínhamos estado, mas de mota é diferente. Foi diferente!

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Realizados, partimos para o Montijo para beber café com uma amiga. O local: House Lover’s. Sítio tranquilo, bem frequentado e com um pequeno grande detalhe. Servem Nespresso!
Elas que não beberam café, recomendam as limonadas que tinham um excelente aspecto por sinal.

House Lover’s

Para o regresso, e com a barriga já a dar sinais da sua graça a escolha não podia ser outra: uma “caralhota” no toucinho, em Almeirim. Para nosso azar, o restaurante estava encerrado para descanso do pessoal.
Damn it!!!! Com fome e água na boca só me passou uma coisa pela cabeça “E a nossa sandes malta? ”
E o problema maior é que vínhamos com essa filada e sem plano B. E não foi nada fácil arranjar.
Por sugestão dela, acabamos no Restaurante O Central, na Golegã.

Que pedir mais para encerrar um domingo fantástico?

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Alguns dados da viagem:
Distância: 387,4 KMs
Consumo: 5,1L/100
Saída-Chegada: 10h – 21h20

P.S- Já vos disse que a serra da Arrábida foi brutal?
Era capaz de lá andar o dia todo.
Todos os dias.

life beyond highways #1

A nineT é uma máquina do caraças. Acho que já tinha dito antes. Mas agora e passados 1000 KMs posso comprová-lo.
Até pode não ter protecção para o vento ou malas para a bagagem mas tem uma alma própria e o motor boxer é tão bom! Contrariamente ao que se pode pensar, o modelo de 110cv com o escalonamento de caixa mais reduzido dispara. E bem. Os pouco mais de 200 KGs também ajudam à festa (relação peso potência de 2 KG/CV) permite fazer dos 0-100km/h em 3,6s (dados da BMW Motorrad)
Bom, características à parte ela (nineT) tem-nos (a mim e à minha passageira favorita) proporcionado momentos fantásticos.

No fim‑de‑semana de 20 Julho saímos sem o percurso muito bem definido e normalmente essas são as melhores passeatas. Assim foi. Apontamos em direcção a Abrantes, passamos pelo marco geodésico, em Vila de Rei, e no caminho para Ferreira do Zêzere já íamos com o pensamento na ginga , muito boa por sinal, do castelo de Ourém. Depois de uma, quer dizer … não resistimos a uma segunda, passagem por Fátima e regresso a casa.

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No total, perto de 200 KMs feitos e uma média de 5,4l/100.
Para uma estreia? Foi delicioso!

A próxima está agendada para breve. Aliás, para muito breve. E a vista não podia ser melhor – O Mar e a serra!!!

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